Em entrevista ao CNB/RS, gerente da Silvestrin Assessoria para
Cartórios aponta diferenças práticas entre um contador comum e um especializado
no dia a dia dos Tabelionato
A rotina extrajudicial tem particularidades que vão muito além da
escrituração fiscal tradicional. Em entrevista ao Colégio Notarial do Brasil –
Seção Rio Grande do Sul (CNB/RS), Eduardo Silvestrin, gerente de negócios da
Silvestrin Assessoria para Cartórios, explicou por que a especialização
contábil é essencial para a segurança jurídica e a gestão estratégica das
serventias. O executivo abordou desde os desafios com folhas de pagamento
mistas (CLT e estatutários) até o uso de tecnologia para o acompanhamento da
saúde financeira do Tabelionato.
Quando questionado sobre a diferença prática, para o dia a dia do
Tabelionato, entre um contador comum e um contador especializado, Eduardo
Silvestrin afirmou que a principal diferença está no conhecimento profundo da
rotina extrajudicial. Segundo ele, “um contador especializado em Cartórios
entende as particularidades da atividade notarial e registral, como a gestão de
interinos, substitutos, escreventes, recolhimentos específicos, repasses ao
Tribunal, regras de prestação de contas e peculiaridades trabalhistas do
setor”. O gerente acrescentou que esse conhecimento aprofundado proporciona
mais segurança jurídica, redução de riscos e uma gestão muito mais estratégica
para o Tabelionato, evitando surpresas comuns na rotina cartorária
Sobre os principais desafios enfrentados por um Tabelionato na
gestão da folha de pagamento, considerando que muitos têm funcionários CLT e
também estatutários, Silvestrin apontou que o maior desafio é administrar
regimes diferentes dentro da mesma estrutura, cada um com legislações, encargos
e obrigações específicas. “Além disso, os Cartórios convivem com constantes
mudanças na legislação trabalhista, previdenciária e nas normas das
Corregedorias”, declarou. Ele alertou que uma gestão inadequada nesse campo
pode gerar passivos trabalhistas, inconsistências fiscais e dificuldades no
controle financeiro do Tabelionato, comprometendo a segurança da serventia.
Ao ser perguntado de que forma a tecnologia pode ajudar o notário a acompanhar a saúde financeira e fiscal do seu Tabelionato, o gerente respondeu: “Hoje, a tecnologia permite que o notário tenha acesso rápido e estratégico às informações do cartório. Com dashboards gerenciais, relatórios em tempo real, integrações contábeis e acompanhamento digital das obrigações fiscais e trabalhistas, é possível tomar decisões mais seguras, acompanhar indicadores financeiros e reduzir riscos operacionais.” Na sequência, ele explicou que a tecnologia deixa de ser apenas um suporte operacional e passa a ser um vetor de estratégia, conectando finanças, compliance e recursos humanos em um único ambiente de controle. Por fim, ao ser questionado para resumir em poucas palavras qual é o maior benefício que a Silvestrin entrega a um Tabelionato, Eduardo Silvestrin foi objetivo: “Especialização com segurança. A Silvestrin entrega ao Tabelionato tranquilidade operacional, compliance e uma gestão estratégica voltada exclusivamente às necessidades do segmento extrajudicial.”
Ele concluiu que a assessoria especializada não apenas evita erros, mas constrói um ambiente de previsibilidade e apoio à tomada de decisão, algo essencial para o titular do cartório que deseja eficiência sem abrir mão da segurança jurídica. A gestão de um Tabelionato exige, hoje, não apenas conhecimento jurídico, mas também eficiência administrativa, controle financeiro e acompanhamento constante das obrigações trabalhistas e fiscais. Nesse cenário, contar com uma assessoria especializada faz toda a diferença para garantir segurança, organização e apoio estratégico no dia a dia da serventia.
Fonte: Assessoria de Comunicação